Síndrome da excitação sexual persistente. Conheces?

quinta, 13 de abril de 2017

Existem muitos temas pouco conhecidos pela população em geral no que se refere à saúde sexual. Hoje vamos abordar sobre a síndrome da excitação sexual persistente, mais conhecida em mulheres, que em princípio pode parecer uma bendição, mas é tudo o contrário.

Afraid woman isolated on a white background
Dada a conhecer por primeira vez em 2001, pode-se definir a síndrome de excitação sexual persistente, conhecida mundialmente pela sigla PSAS (do Inglês Persistent genital arousal disorder) como uma excitação espontânea e persistente nos órgãos genitais sem ter necessariamente qualquer ligação com desejo sexual. As pessoas que padecem desta síndrome podem chegar a experimentar um ou vários orgasmos que persiste por períodos prolongados.

As mulheres que a padecem dizem que a sua frequência cardíaca aumenta, como se tratasse de um orgasmo, embora não cheguem a ele, permanecendo com uma tensão elevada na zona genital e com uma sensação de excitação que não cessa. Não é nada agradável e é uma situação involuntária, já que acontece em qualquer altura do dia; no trabalho, ao fazer as compras, no médico… Contudo, esta situação torna-se desconfortante, incómoda e insuportável para todas as pessoas que sofrem PSAS.

Girl working at the computer
Além disso, esta síndrome tem ido acompanhada de inapetência sexual o resto do dia, tal como afirma uma das afetadas “Não há nenhum prazer nisso, porque apesar de ser fisicamente bom, sentes-te mal pelo que está a acontecer. A tal ponto de não quereres ter um orgasmo nunca mais.”

Frustrated couple with serious problems

As verdadeiras causas do transtorno ainda não foram descritas, mas as investigações apontam a várias possibilidades, podendo ser originado por fatores neurológicos, vasculares ou hormonais.

Como podes ver, há coisas que à primeira vista podem parecer agradáveis e prazerosas, mas na verdade são uma verdadeira tortura. E tu? Qual é a tua opinião? 😯 

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