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Para que serve Sacarina? Benefícios e propriedades | NutriTienda

sexta, 1 de janeiro de 2010

A sacarina é um aditivo edulcorante artificial que não contém calorias. Foi descoberta em 1879, é entre 300 e 500 vezes mais doce que a sacarose e se utiliza em alimentos e bebidas.

A sacarina é solúvel em água e muito estável, podendo ser utilizada para cozinhar e preparar alimentos no forno sem alterar as suas propriedades. Absorve-se lentamente mas o organismo não a pode metabolizar e a expulsa intacta pela urina, sendo apta para pessoas que sofrem de diabetes.

Ao combinar a sacarina com outros edulcorantes baixos em calorias, a mistura resulta muito mais doce que a soma dos edulcorantes de forma isolada, este efeito é chamado sinergia.

A sacarina provavelmente seja o aditivo mais estudado e está aprovada por diferentes organismos alimentares para o seu emprego em inúmeros alimentos, oferecendo aos consumidores uma ampla variedade de produtos baixos em açúcares e calorias, que ajudam a diminuir o teor calórico da dieta.

Se utiliza como edulcorante de mesa ou na elaboração de alguns alimentos, tais como bebidas gasosas, bebidas instantâneas, laticínios, conservas e gomas de mascar. 

Benefícios da sua contribuição

O principal benefício do consumo de sacarina é que reduz o teor calórico em forma de açúcar dos produtos e alimentos, mantendo o sabor doce e sendo apto para pessoas diabéticas. Além disso, as bactérias bucais não podem metabolizar a sacarina, portanto, não contribui à formação de cáries dentárias nem danifica o esmalte.

Aplicações

A sacarina se utiliza para aumentar o sabor doce dos alimentos e das bebidas sem aumentar o seu valor calórico.

Dosagem

A ingestão diária aceitável (IDA), estabelecida pela JEFCA, para a sacarina e os seus sais Ca, K e Na, é de 5 mg por kg de peso corporal e dia.

Precauções

Embora a sua segurança tenha sido muito questionada nos anos 80, hoje em dia está demonstrada a sua inocuidade em doses normais e foi aprovada pelo comité misto FAO/WHO de peritos em aditivos alimentares (JECFA) e pelo Comité Cientifico Europeu.

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