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Para que serve Curcuma Longa? Benefícios e propriedades | NutriTienda

sexta, 1 de janeiro de 2010

Curcuma longa é uma espécie vegetal da família do gengibre originária da Índia, da qual se utilizam as suas rizomas para a obtenção de uma especiaria denominada curcuma. Um rizoma é um caule subterrâneo que cresce em forma horizontal e do que saem brotos e raízes. O rizoma da curcuma costuma ser denominado raiz de curcuma, embora não seja realmente uma raiz.

A curcuma contém grande quantidade de compostos fenólicos antioxidantes, denominados curcuminoides e que lhe dão a sua cor amarelo-laranja (2-9%). A curcumina é o principal curcuminoide presente na curcuma, representa cerca do 75% dos curcuminoides e é considerado o princípio ativo principal da Curcuma longa. Além da curcumina (CUR ou curcumina I), também são encontrados outros compostos como a demetoxi-curcumina (curcumina II) que representa entre o 10-20% dos curcuminoides e a bisdemetoxi-curcumina (curcumina III) em quantidades inferiores ao 5%. Apesar da curcumina ser considerada o princípio ativo mais importante, existem evidências de que o consumo combinado das diferentes formas de curcuminoides pode melhorar a eficácia da curcumina.

100 gramas de raiz de curcuma proporcionam 390 kcal, 10 gramas de gordura, 69,9 gramas de carboidratos (dos quais 21 são fibra) e 8 gramas proteína. No entanto, nos suplementos alimentares o mais habitual é encontrar a curcuma em forma de extrato, o que significa que, são extraídos os principais compostos ativos, principalmente os curcuminoides.

A curcuma vem a ser utilizada há faz séculos como especiaria na culinária tradicional asiática e continua a ser utilizada na alimentação moderna como especiaria alimentar e também como corante (E-100). Além das suas qualidades gastronómicas, a curcuma tem sido utilizada na medicina tradicional asiática e ayurvédica para tratar doenças como os problemas hepáticos, anorexia, reumatismo ou a diabetes. Estes possíveis benefícios à saúde foram relacionados com as propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e anticancerígenas da curcumina.

Curcumina.

A curcumina (diferuoilmetano) é o pigmento principal da curcuma e o seu princípio ativo principal. A curcumina é pouco estável e deve ser conservada ao abrigo da luz e do oxigénio. A curcumina é praticamente insolúvel em água, tornando-se difícil a sua absorção, esta característica junto com a sua rápida metabolização a tornam muito pouco biodisponível quando é consumida por via oral (formando as formas mais fáceis de eliminar: curcumina glucurónido e curcumina sulfonato).

A sua maior concentração no plasma sanguíneo observa-se entre 1 e 2 horas após o seu consumo e são principalmente os seus metabolitos os que são detetados, não a curcumina. Apesar disso, inúmeros estudos encontraram benefícios no seu consumo, de modos que crê-se que os seus metabolitos secundários também podem ter efeitos sobre a saúde.

A biodisponibilidade da curcumina está muito limitada pela glucuronização intestinal e hepática, processos de desintoxicação que facilitam a sua eliminação. A piperina (Bioperine®) é uma substância que pode inibir ambos os processos quando é consumida em conjunto com a curcumina, aumentando a sua biodisponibilidade um 154% em ratos e até 2.000% em humanos. Também, a presença de piperina duplica a absorção da curcumina.

Os mecanismos para aumentar a biodisponibilidade da curcumina consistem em aumentar a sua vida media no sangue, melhorar a permeabilidade intestinal ou reduzir a sua metabolização. Algumas destas estratégias são a utilização de nanopartículas, liposomas, fitosomas, micelas ou outros métodos de libertação.

Devido aos diferentes efeitos benéficos, da curcuma foram desenhados análogos sintéticos que também apresentam atividade biológica. Também existem outros compostos presentes na natureza, considerados análogos da curcumina, que partilham algumas das suas propriedades biológicas, como são o gingerol presente no gengibre ou a capsaicina.

A curcuma contém uma fração de óleos voláteis nos que se pode encontrar compostos como a turmerona, cinol, zingibereno ou sesquiterpenos, responsáveis do seu aroma. Parece ser que esta fração volátil pode ser benéfica e aumentar a biodisponibilidade da curcumina. Inclusive algumas investigações realizadas com extratos de curcuma livres de curcumina, também encontraram efeitos benéficos que geralmente eram associados exclusivamente à curcumina.

Benefícios da sua contribuição

A curcuma apresenta inúmeros efeitos benéficos à saúde e mostrou ter a capacidade de prevenir e tratar uma grande variedade de doenças, especialmente aquelas relacionadas com o dano oxidativo e a inflamação. Os estudos realizados até a data foram realizados na sua maioria em modelos animais ou in vitro (cultivos celulares), no entanto, vai aumentando o número de estudos em humanos e já foram realizados aproximadamente 50 ensaios clínicos em humanos, obtendo os resultados mais prometedores em relação à inflamação, diabetes, alterações neurológicas ou o cancro.

Não obstante, a curcuma não foi considerada como tratamento para nenhuma destas doenças e ainda são necessários mais estudos para poder realizar uma afirmação mais concreta e precisa. Apesar de contar com muito tempo de uso tradicional, a extrapolação dos resultados dos estudos in vitro, ficam limitados à sua baixa biodisponibilidade. Por esta razão, o aumento da biodisponibilidade é objeto de investigação, assim como a pesquisa de análogos com maior eficácia.

Efeito antioxidante.

A curcumina e os curcuminoides têm a capacidade de atuar como antioxidantes neutralizando o efeito dos radicais livres e os peroxinitritos, prevenindo a oxidação dos lípidos das membranas celulares e a danificação do ADN. Esta lipoperoxidação está muito relacionada com a inflamação, as doenças cardiovasculares e o cancro. Por sua vez, a inflamação é um dos fatores mais importantes no desenvolvimento de doenças metabólicas como a obesidade, a diabetes, a artrite, doenças cardiovasculares e também com alguns tipos de cancro.

A capacidade antioxidante da curcumina parece estar mediada através de enzimas antioxidantes como a superóxido dismutase, a catalase ou a enzima glutatião.

Efeito anti-inflamatório e prevenção de doenças associadas.

Além da sua capacidade antioxidante, a curcumina, é capaz de reduzir a inflamação modulando a expressão dos genes implicados na produção de substâncias inflamatórias como as citoquinas, certas enzimas, fatores de crescimento, etc. A curcumina também mostra um poderoso efeito anticancerígeno ao regular a oxidação, a inflamação e atuar a nível celular na regulação dos genes necessários para a progressão de tumores ou indutores da morte das células tumorais (apoptose):

As citoquinas estimulam a inflamação e a curcumina é capaz de reduzir a sua produção. Algumas citoquinas estão relacionadas com processos tumorais, como é o caso das interleukinas, que estão implicadas na formação dos vasos sanguíneos que nutrem e alimentam o tumor. Do mesmo modo, também existem enzimas relacionadas com a inflamação como a ciclo-oxigenase-2 (COX-2), que estimula a produção de prostaglandinas pró-inflamatórias. Esta enzima encontra-se superexpressada no cancro de cólon, pâncreas, mama, estômago, cabeça, pescoço, fígado ou pulmão. A curcumina é capaz de regular a produção desta enzima e mostrou (in vitro) a capacidade de suprimir a formação deste tipo de tumores.

Os mecanismos de proteção da curcuma sobre a formação e desenvolvimento do cancro são complexos, mas se pode resumir que a curcumina é capaz de modificar diferentes fases do processo tumoral (passagem de uma célula normal à célula tumoral, inibir o seu desenvolvimento, potenciar os mecanismos para a apoptose ou a inibição da angiogénese). No entanto, a baixa solubilidade e biodisponibilidade da curcumina limita o seu uso e efetividade como tratamento, por esta razão, necessita-se de mais estudos para averiguar o modo de potenciar os seus efeitos terapêuticos e poder ser utilizada na prevenção e tratamento das doenças inflamatórias com maior eficácia.

Apesar da sua baixa biodisponibilidade, existem estudos in vivo em animais, com fórmulas que melhoram a sua biodisponibilidade, que mostraram efeitos benéficos como a redução da velocidade de desenvolvimento tumoral ou a indução da morte da célula tumoral. Embora todavia escassos, existem alguns estudos que mostram atividade biológica em pacientes humanos. Além disso, a curcumina demonstrou potenciar o efeito dos medicamentos e tratamentos antitumorais reduzindo a resistência dos tratamentos e melhorando a sua eficácia.

Sistema cardiovascular.

Os níveis de colesterol plasmáticos são considerados um fator de risco cardiovascular, enquanto que um maior teor de colesterol HDL é considerado um fator protetor. A oxidação do colesterol LDL joga um papel importante no desenvolvimento de aterosclerose e no desenvolvimento de doenças cardiovasculares. A curcumina é capaz de reduzir o colesterol no sangue e prevenir a oxidação das lipoproteínas LDL. O consumo de 500 mg de curcumina em 10 voluntários saudáveis, foi suficiente para reduzir os metabolitos oxidados das lipoproteínas, aumentou um 29% o colesterol HDL e reduziu um 12% o colesterol total em apenas 7 dias.

A curcumina também mostrou um efeito cardioprotetor e ser efetiva na redução da agregação plaquetaria, a formação de trombos e diminuição do risco de sofrer um enfarto.

Sistema ósseo e articular.

A curcumina é capaz de melhorar os sintomas associados à osteoartrite como são a inflamação, a rigidez matinal ou a diminuição da mobilidade. Em estudos realizados em pacientes com osteoartrite, observou-se como o consumo de 1200 mg/dia de curcumina é capaz de melhorar estes sintomas a partir de 2 semanas de tratamento.

Outro estudo realizado com uma marca comercial de curcuma de absorção melhorada com fosfatidil colina, melhorou os sintomas da osteoartrite, a dor e a inflamação após o consumo de 1.000 mg de curcuma (75% de curcumina).

A curcumina também é capaz de reduzir a degradação da cartilagem, reduzindo a produção de enzimas implicadas na sua degradação (MMP´s). Do mesmo modo, também foram realizados estudos com bons resultados em casos de artrite reumatoide tanto em modelos animais como em estudos clínicos em humanos.

Recuperação muscular.

Graças ao seu efeito anti-inflamatório, a curcumina está a ser estudada para a recuperação do dano muscular e a prevenção de lesões desportivas. Estudos preliminares em modelos animais, apoiam a sua efetividade na redução da inflamação, do dano muscular e do stress oxidativo produzido pelo treino, especialmente o treino excêntrico. Algumas referências indicam que também pode ser útil na prevenção da bursite e da tendinite.

Sistema nervoso.

Recentemente, foram atribuídos novos benefícios ao consumo de curcumina, entre eles a capacidade neuroprotetora. Os curcuminoides potenciam a capacidade antioxidante endógena do corpo humano, melhorando a capacidade de defesa e reduzindo a inflamação.

Realizaram-se também diferentes estudos onde se observou que a curcumina pode ser útil em alterações do sistema nervoso como o tumor cerebral, a isquemia, a depressão ou o traumatismo cerebral. Estudos in vitro e em modelos animais oferecem dados prometedores na prevenção e tratamento com curcumina perante os sintomas associados à doenças neurodegenerativas como o Alzheimer e a esclerose múltipla.

O Alzheimer é uma patologia onde o tecido cerebral encontra-se inflamado devido à produção de citoquinas. O consumo de curcumina reduz o dano oxidativo e a patologia amiloide. Devido à sua eficácia em modelos animais e à baixa toxicidade da curcumina, diversos investigadores indicam que a curcumina é um ingrediente prometedor na prevenção do Alzheimer.

Por outra parte, a esclerose múltipla é uma doença inflamatória autoimune onde tem lugar a degradação da mielina que recobre os nervos, alterando assim a transmissão dos impulsos nervosos e causando sintomas como parálise ou fatiga. Existem estudos que observaram melhoria dos sintomas após o consumo oral de curcumina. No entanto, apesar dos resultados prometedores, estes efeitos são leves e ainda é necessário investiga mais a respeito.

Sistema digestivo e fígado.

A curcuma é utilizada para o tratamento de úlceras gástricas, dispepsia e para a falta de apetite. A curcumina é capaz de aumentar a segregação de suco gástrico e bílis, melhorando a digestão e reduzindo a produção de gases e a inchação típica das más digestões.

Muitas alterações inflamatórias intestinais devem-se à lesões associadas ao dano oxidativo e a produção de substâncias pró-inflamatórias. A curcumina é capaz de proteger o tecido intestinal, melhorando os sintomas das doenças inflamatórias intestinais como a colite ulcerosa, doença de Crohn ou a síndrome do intestino irritável. A capacidade anti-inflamatória da curcumina também oferece proteção ao sistema digestivo contra alguns tipos de cancro como exemplo o cancro de cólon. Adicionalmente, o consumo de curcuma parece reduzir a formação de substâncias tóxicas relacionadas com o aparecimento do cancro no tubo digestivo, como os compostos N-nitrosos (nitrosaminas e nitrosamidas).

Estudos em animais assinalam que a curcumina exerce um papel hepatoprotetor protegendo o fígado da fibrose, dos efeitos do álcool ou do efeito de outros tóxicos como o paracetamol.

Diabetes e obesidade.

Estudos em modelos animais indicam que a curcumina pode aliviar a hiperglicemia em caso de diabetes. A produção de radicais livres e o dano oxidativo foi relacionado com a resistência ao efeito da insulina e outras complicações relacionadas com a diabetes. A curcumina atuaria suprimindo os mecanismos inflamatórios e protegendo as células. Estudos em modelos animais observaram que o consumo de curcumina melhora a sensibilidade à insulina ao modificar as enzimas relacionadas com a oxidação das gorduras e da glicose. Não há muitas investigações acerca do efeito da curcumina em humanos, mas sim existem alguns estudos que mostram uma melhoria nos níveis de glicose e nos parâmetros de inflamação. A curcumina exerce um efeito protetor sobre o pâncreas e também é capaz de reduzir complicações secundárias da diabetes como o dano nas células, rins, nervos, olhos ou coração.

Também, graças à melhora da sensibilidade à insulina, a curcumina protegeria contra o ganho de peso reduzindo a formação de células gordas e a formação de triglicéridos. Parece ser que o consumo de curcumina poderia ajudar na perda de peso e a não recuperar o peso perdido. Do mesmo modo, parece que a curcumina é capaz de exercer um papel protetor contra a síndrome metabólica produzida pelo consumo excessivo de gorduras.

Sistema hormonal.

A curcumina pode preservar os níveis de testosterona em alguns tratamentos farmacológicos que afetam ao teor de testosterona (metronidazol), assim como proteger os testículos de tóxicos como o álcool, assim como do excesso de crómio ou cadmio.

Além disso, a curcumina demonstrou a capacidade de reduzir a atividade da enzima 5-α-redutase, responsável da conversão da testosterona em dehidrotestosteosterona. Esta hormona favorece o crescimento da próstata, o crescimento de barba e a queda de cabelo típica androgénica.

Outros benefícios.

A curcumina é capaz de reduzir os síntomas associados ao stress e pode proteger contra a pancreatite. Os estudos realizados até agora, também sugerem que a curcuma pode reduzir a inflamação dos brônquios causada pela alergia, apresenta atividade antiparasitária e antimicrobiana, por exemplo contra a Helicobacter pilory.

A curcumina tem demonstrado a sua capacidade in vitro de inibir a replicação do VIH, abrindo portas a novas aplicações em combinação com os fármacos antirretrovirais. Os estudos realizados em humanos não encontraram mudanças significativas nos parâmetros analisados, no entanto, os indivíduos sujeitos ao estudo afirmaram sentir-se melhor com o consumo de curcuma, embora se desconheça os mecanismos.

A curcumina mostrou também atuar como protetor celular contra diferentes químicos, especialmente prevenido a cardiotoxicidade, nefrotoxicidade e o dano nas células dos pulmões depois do consumo de alguns fármacos ou tóxicos como o álcool ou a nicotina. Além de tudo isso, a curcumina reduz a formação de cataratas, a inflamação ocular (uveíte) e favorece a recuperação muscular depois de um trauma ou uma cirurgia.

Por último, a capacidade quimioprotetora da curcumina pode ser utilizada para melhorar afeções da pele como psoriase ou vitíligo, melhora a cicatrização das feridas e reduz as cicatrizes cutâneas, inclusive pode proteger a pele conta o dano oxidativo e do foto envelhecimento. Como podemos ver, a curcuma e a curcumina, têm inúmeras aplicações, inclusive, pode ser utilizada em odontologia.

Dosagem

A curcumina vem a ser consumida como especiaria desde faz séculos e o consumo diário de curcuma na Índia estima-se em 2-2,5 gramas (60-100 mg/dia de curcumina).

A dose ótima de curcuma não foi estabelecida, no entanto, a dose recomendada oscila entre 1.000-8.000 mg/dia, repartidas em 3 tomas. Também, as doses utilizadas podem variar consoante o objetivo do tratamento. Por exemplo: para a melhoria dos sintomas associados à artrite os estudos utilizam doses que giram as 1200 mg/dia de curcumina, enquanto para a redução dos níveis de colesterol foram suficientes com 500 mg/dia.

É importante ter em conta se a fonte de curcumina é natural ou a sua absorção foi potenciada de alguma forma, já que as quantidades utilizadas podem variar muito.

Precauções

O consumo de curcuma ao longo de centenas de anos na gastronomia e medicina tradicional asiática, faz-nos pensar que o consumo de curcuma e curcumina é realmente seguro. A curcuma e a curcumina são considerados produtos GRAS pelo FDA (geralmente reconhecido como seguro) e aceita-se o seu uso como corante e aromatizante alimentar.

No entanto, há que ter em conta que as doses farmacológicas utilizadas são bastante maiores. Por esta razão, analisou-se a segurança da curcumina e observou-se que quantidades de até 8 gramas/dia consumidas durante meses, e que inclusive quantidades superiores de 12 g/dia, não provocam efeitos adversos. Em remotas ocasiões, podem aparecer desconfortos gastrointestinais como náuseas ou diarreia que costumam desaparecer no decorrer de dois dias ou ao cessar o seu consumo. Não obstante, deve-se ter em conta que a baixa toxicidade da curcumina está, por sua vez, muito relacionada com a sua baixa disponibilidade, e que o aumento da biodisponibilidade em produtos derivados pode modificar a sua segurança.

Desaconselha-se o consumir de quantidades consideráveis de curcuma ou curcumina se está sob tratamento com anti-inflamatórios não esteroideos ou anticoagulantes.

Se está a tomar algum medicamento, recomenda-se consultar com o seu médico antes de consumir Curcuma longa ou curcumina, já que o seu uso não é aconselhável em combinação com medicamentos que sejam metabolizados pelo complexo enzimático citocromo P450. Além disso, pode modificar a atividade de medicamentos relacionados com a segregação gástrica como a ranitidina ou o omeprazol, assim como potenciar os efeitos dos medicamentos hipoglicemiantes.

Também não é recomendável o consumo de curcuma a pessoas com cálculos biliares, já que a sua capacidade de estimular a produção de bílis pode desencadear um cólico biliar.

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