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Qual é o carotenóides? Benefícios e propriedades | NutriTienda

sexta, 1 de janeiro de 2010

¿Para que serve la Carotenoides?

Os carotenóides são sintetizados maioritariamente por organismos fotosintéticos. Os carotenóides procedem de extratos alaranjados (oscila desde a cor de laranja até o amarelo) de plantas e animais, encontrando-se de forma natural nas cenouras, tomates, pimentos, crustáceos, moluscos, peixes, fígado, lácteos, ovos, etc. Os carotenóides, em função da sua composição química, dividem-se em carotenos e xantofilas ou oxicarotenos.

Dentro dos carotenos temos os carotenos provitamínicos (alfa carotenos, beta carotenos e gama carotenos) e os não provitamínicos compostos por (licopeno, o fitoeno e o fitoflueno).

Por outro lado, compondo as xantofilas ou oxicarotenóides temos por um lado as provitamínicas (as diferentes criptoxantinas) e por outro lado as não provitaminicas (luteína, zeaxantina, cantaxantina, capsantina, equinenona e astaxantina)

Os carotenóides são solúveis em dissolventes apolares (em gorduras) e o seu grau de solubilidade vai depender dos grupos substitutos da molécula. Os carotenos são muito solúveis em éter de petróleo e hexano, enquanto as xantofilas dissolvem-se melhor em metanol ou etanol. São insolúveis em água.

Os carotenóides são sensíveis à luz, ao oxigénio, ao calor, aos ácidos e aos peróxidos. Em presença de oxigénio, produz-se uma degradação oxidativa, frequentemente paralela à oxidação de lípidos. A taxa de oxidação depende da pressão parcial de oxigénio, atividade da água e temperatura.

Alguns dos carotenóides atuam como aditivos alimentares: são corantes alimentares e por isso leva a letra E. Alguns exemplos são:

Os carotenóides utilizados na fabricação de alimentos podem ser extraídos dos vegetais que os contêm, de forma natural, se fabricam cada ano arredor de 100 milhões de toneladas.

Os estudos sobre a eficácia de absorção dos carotenóides concluem que é maior à absorção a partir de extratos de óleo do que de vegetais incluso as cenouras. Além disso, o trituramento e homogeneização dos alimentos aumenta a biodisponibilidade dos carotenos.

Os carotenóides são cada vez mais usados na tecnologia alimentar, especialmente devido as pressões dos cidadãos contra os corantes artificiais, sendo especialmente notável o seu uso em bebidas refrigerantes. Os seus únicos inconvenientes são o seu preço elevado em comparação com os outros corantes e que apresentam problemas técnicos durante o seu uso industrial, já que são relativamente difíceis de manipular devido à sua lentidão de dissolução.

Podemos encontrar carotenóides em numerosos alimentos, estima-se que uns 50 carotenóides estão disponíveis na alimentação para serem absorvidos, metabolizados ou utilizados pelo organismo humano, principalmente nos alimentos vegetais e nas frutas como as cenouras, os tomate, os pimentos, as laranjas, pêssegos, e um amplo etc.

Aplicações

A única função oficialmente reconhecida dos carotenóides é a de pró-vitamina A, já que o organismo humano tem a capacidade de convertê-los em retinol, capacidade que possui aproximadamente o 10% dos carotenóides identificados na natureza.

Os carotenóides com atividade biológica de pró-vitamina A, têm um efeito antioxidante, como imunomoduladores, inibidores da mutagenése e as transformações, inibidor de lesões premalignas e como protetor contra a fotosensibilização. Além de evitar os possíveis riscos de cataratas, degeneração macular, diferentes tipos de cancro e doenças cardiovasculares.

Os carotenóides são antioxidantes de grande alcance, sendo muito úteis contra a retinopatia diabética. Devemos ter em conta que conforme observou-se em estudos com ratos, a diabete diminui os níveis de luteína e de zeaxantina tanto no soro como na retina, de modos que é especialmente relevante manter um nível elevado dos mesmos para prevenir esta patologia.

Além da sua função principal como pró-vitamina A, os diferentes carotenóides são empregados como aditivos alimentares em forma de corantes.

Os alimentos mais destacados nos que podemos encontrar estes aditivos corantes são os embutidos, molhos como a maionese, o tomate frito ou o ketchup, produtos de confeitaria, cereais para o pequeno-almoço, produtos lácteos, refrigerantes, manteiga, margarina, conservas de peixe, o salmão, gelados e um amplo etc. Também utiliza-se em produtos e cremes bronzeadores.

Dosagem

O valor médio de carotenóides por pessoa e dia que a população portuguesa ingere a partir das frutas e verduras frescas é de 3,5 mg / dia. Existe também uma variação estacional entre 3 e 4,3 mg/dia, entre o inverno e o verão respetivamente.

Em primeiro lugar é de especial importância mencionar que os carotenóides com atividade pró-vitamínica A sofrem no citoplasma celular uma quebra da molécula dando lugar a retinaldeído que passará à retinol. Este processo ocorre de preferência nas células do intestino delgado e em menor proporção no fígado. A conversão dos carotenóides à retinol está limitada devido à sua taxa de absorção, atividade da enzima, controlo homeostático do retinol no sangue, etc, por tanto uma ingestão excessiva de carotenóides não provoca intoxicação pó-vitamínica A.

A legislação portuguesa autoriza o uso do caroteno sem limites para colorar a manteiga e a margarina, de 0,1 g/kg nos iogurtes, 200 mg/kg em conservas de peixes, 300 mg/kg nos produtos derivados do ovo, conservas vegetais e marmeladas, e até 600 mg/kg em queijos. Nas suas aplicações em bebidas refrigerantes, gelados e produtos de carne não têm limitações.

Precauções

Não foram reportados.

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